O novo ciclo da logística no campo: tecnologia e eficiência redefinem o escoamento do agronegócio em 2026
Com a estimativa de que a safra de grãos e a produção de proteína animal alcancem novos recordes em 2026, com projeções da Conab superando as 350 milhões de toneladas nacionalmente, o agronegócio brasileiro enfrenta o desafio de otimizar cada quilômetro rodado. Em um cenário onde o diesel representa o maior custo operacional e as margens de lucro estão mais pressionadas, a eficiência logística deixou de ser um suporte para se tornar a peça central da rentabilidade no campo.
Dados do setor de transporte rodoviário indicam que a adoção de tecnologias de Aceleração Inteligente e motores com a norma Euro 6 (Proconve P8) é a principal tendência para mitigar a alta dos insumos. Nesse contexto, no dia a dia da logística de alimentos, como a praticada pela Tijuca, o uso de equipamentos de alta performance, como os caminhões DAF, tem sido um divisor de águas.
Modelos como o DAF XF, introduzidos pelo Grupo Fornecedora, entregam uma redução de até 14% no consumo de combustível. Para uma operação de ciclo completo — que vai da granja ao varejo — essa economia reflete diretamente no preço final dos alimentos ao consumidor.
Em 2026, a escassez de motoristas qualificados é um gargalo global. Diante disso, a aposta em cabines premium, característica da frota DAF, torna-se uma estratégia de gestão de pessoas para empresas como a Tijuca, garantindo que o profissional tenha as melhores condições de trabalho em rotas longas e exaustivas.
A transição para frotas que poluem menos não é apenas uma exigência ambiental, mas um critério de acesso a crédito e novos mercados. Além disso, a parceria técnica entre fornecedor e produtor permite que a logística seja “limpa” e otimizada por sistemas de GPS e Inteligência Artificial que preveem o relevo das estradas.
O sucesso da integração logística reside na especialização. Enquanto a Tijuca Alimentos foca na excelência da produção de ovos, frangos e laticínios, o Grupo Fornecedora garante que a frota permaneça disponível o maior tempo possível através de suporte técnico de ponta.
O agronegócio de 2026 não admite “capital parado”. Assim, a agilidade na manutenção e a escolha de ativos com alto valor de revenda e baixo custo de manutenção são as ferramentas que permitem ao produtor brasileiro continuar competitivo frente ao mercado global.



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